40 anos Futura Tintas – Capítulo 36: Nação Afuturada

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40 anos Futura Tintas – Capítulo 36: Nação Afuturada

Chamamos nossa empresa de Nação. Encontra-se como definição de Nação uma união entre um mesmo povo com um sentimento de pertencimento e de união entre si, compartilhando, muitas vezes, um conjunto mais ou menos definido de culturas, práticas sociais, idiomas, entre outros.

Sim, a equipe da Futura segue a cultura de uma empresa progressista, que quer ser ética, humana e próspera. Nossas práticas são guiadas por uma carta de valores virtuosos. Falamos a mesma língua, conjugando os verbos amar e colorir, acima de tudo.

Contamos no capítulo passado que nos organizamos para estar em 7 turmas que vivenciaram, durante 11 dias, uma experiência única, de se Afuturar. Levantamos, sacudimos a poeira e nos preparamos para dar a volta por cima venham quantas pandemias vierem, sejam quantas vezes forem necessárias.

Temos orgulho de ser uma nação pulsante. Todo o pessoal deu um show de participação e o que mais marcou, desde o começo, foi a possibilidade de conhecer muito mais sobre as pessoas que convivem diariamente e aprender com as experiências delas.

Vamos apresentar todo mundo, turma por turma, para quem nos lê aqui. Começando por quem estava na Turma 1.

Abel tinha pavor do microfone, mas aos poucos começou a participar ativamente e nos declarou que aprendeu melhor com a gente do que até então tinha aprendido.

Antônio José, também muito tímido e mesmo estando na Futura há mais de 8 anos, aproveitou a convivência para se aproximar dos colegas com quem não convivia.  

Luizão, que está na Futura há 16 anos, antes de ser Coloridor era professor de Axé, e trouxe da dança toda sua alegria e disposição.

Rubinho já tem 10 anos de Futura, mas só os mais próximos é que conheciam sua história de ex-fuzileiro naval, seu amor pela natureza e seu espírito aventureiro. 

Geene contou que quando chegou em São Paulo começou trabalhar numa empresa ali da rua Panambi. Sempre que passava paquerava a Futura, e dizia intimamente: “meu sonho é trabalhar aqui”. Quatro anos se passaram e finalmente surgiu a vaga que elevou a paquera para namoro e agora já é casamento. 

40 anos Futura Tintas – Capítulo 36: Nação AfuturadaThiago era mais tímido que o Abel, pelo menos na frente de uma sala repleta de pessoas. Foi o que menos falou, mas um dos que mais trabalhou. 

O caçulinha da turma, o Matheus, novinho de idade e de Futura, nos emocionou muito com sua bondade e seu amor pela avó que partiu recentemente. Hoje ele transforma essa saudade em energia para ser um homem melhor.

Cleiton veio do nordeste aos 14 anos de idade. Trabalhou e estudou muito para construir sua história, disse que sonhava em entrar na Futura, porque ali enxergava que teria Futuro. Hoje é técnico em química, está na Futura há 10 anos e integra o time responsável pela produção de resina. Cleiton já realizou um dos maiores sonhos que tinha de construir uma casa para o pai.

Altair, 25 anos de Futura, apesar de tanto pra contar ainda tinha muito a aprender, declarou que as aulas de finanças e tecnologia moldaram novos comportamentos e daqui em diante viveria uma nova realidade.

Zé Correia, 11 anos de Futura, começou na produção e hoje já faz parte da dupla de técnicos de segurança do trabalho. Na Futura também descobriu uma nova paixão: junto com outros colegas aprendeu a tocar violão.

Murilo chegou na Futura há 1 ano, começou na produção e já foi convidado para integrar o time da resina. Agarrou com toda a força e disse que isso vai deixá-lo mais perto de realizar o sonho de construir uma casa para mãe, que não vê há 5 anos.

Hudson, professor técnico da Universidade Futura Tintas, mergulhou profundamente na oportunidade de aprendizado e integração com todos os colaboradores. Sua marca registrada é a de ajudante do próximo. 

40 anos Futura Tintas – Capítulo 36: Nação AfuturadaEdinaldo é novo na Futura, chegou também para o segundo turno. Muito estudioso, Edinaldo mergulhou de cabeça no processo todo, contribuiu muito com suas experiências e os conhecimentos que trouxe do tempo que trabalhava com gráfica. 

Eduardo, uma revelação, chegou tímido mas foi aos poucos mostrando o quanto está empenhando em aprender e disposto a crescer. Em pouco tempo já evoluiu de ajudante para a área da dispersão e mostrou disposição para não parar por aí.

Rose, também do time da Universidade, aproveitou cada minuto do Afuturar para estar mais perto dos colaboradores da fábrica, pessoas que ela muito pouco convivia. Compartilhou com a gente seu amor por cozinhar e cuidar do bem estar das pessoas.

Felipe, que hoje é coloridor de negócios, trabalha viajando o Brasil e aproveitou demais a integração e o tempo para conviver mais perto com colegas da produção que apesar de muito tempo de casa, mal conhecia.

Fran, o primeiro o sorriso pra quem chega na Universidade, foi uma grande acolhedora de todos da turma 1. Como já está mais acostumada aos processos de ensino, com todo jeitinho foi ajudando cada grupo a evoluir e se soltar.

Zunguinha, o mais antigo da casa, ficou impactado ao ouvir na primeira aula que a morte do homem começa quando ele desiste de aprender. Com a idade avançada, tratou de ficar bem ligado o tempo todo.

Silvana e Anézia, duas líderes sentadas lado a lado com seus colaboradores, para aprender e compartilhar

Todos esses nomes, como os demais que virão nos próximos capítulos, são de pessoas especiais, que escolheram e foram escolhidas pela Futura para viver no trabalho e não para trabalhar para viver.

Um pessoal que queremos com a gente pra contar muitas e muitas histórias mais.

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